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  • POR QUE DEVO ESCOLHER O ALIMENTO SEM GLÚTEN?

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    SEM GLÚTEN

    POR QUE DEVO ESCOLHER O ALIMENTO SEM GLÚTEN?

    Hoje em dia vivemos um verdadeiro terror nutricional em relação ao glúten. O glúten é extremamente tóxico para o indivíduos que possuem doença celíaca e estes, sem sombra de dúvida, devem excluí-lo da alimentação e inclusive devem tomar cuidado, pois mesmo alimentos naturalmente sem glúten podem estar contaminados com ele. Porém devemos medir o quanto  é  a intolerância ao mesmo – total ou parcial, pois podemos reduzir as suas ações negativas no  sistema orgânico, tornando-os de certa forma  funcionais/inteligentes.

    O que é o glúten?

    O glúten é uma combinação de 2 proteínas – gliadina e glutenina, ambas de difícil digestão, alto poder de fermentação, alto poder de fixar a água, além disso, altera o ph intestinal e a flora de lactobacillus (alterando seu valor probiótico), acidificante tecidual, favorece a atuação da LPL (Lipogênese), diminui o estimulo para liberação da GLP1 e Leptina – acúmulo de gordura localizada (principalmente abdominal). Não se esqueça que ele vem sempre acompanhado de carbo + sódio + sal + gordura, aumentando acentuadamente a circulação e o volume de dióxido de carbono em nosso organismo, reduzindo a capacidade de oxigenação tecidual e contribuindo com a manutenção do sistema de retenção orgânica – estocagem.

    Contaminação cruzada:

    Essa contaminação pode acontecer em silos de processamento de cereais (onde os cereais ficam armazenados), nas indústrias, restaurantes e até mesmo dentro de casa caso os utensílios utilizados sejam os mesmos para alimentos com e sem glúten.

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    Substituições para o glúten:

    O outro caso são pessoas que optam por uma dieta sem glúten por se sentirem melhores ou por acharem que o glúten seria então um vilão no processo de controle de peso. O glúten está presente na maior parte dos pães, bolos, torradas, biscoitos e tudo o mais e então o indivíduo que exclui o glúten da dieta acaba buscando substitutos. Estes substitutos normalmente são os amidos e féculas, como exemplo, temos o amido de milho, fécula de batata, a fécula de mandioca (tapioca ou polvilho doce), a fécula de araruta e outras farinhas refinadas como a farinha de arroz refinado, etc).

    Essas farinhas são o amido na sua forma mais pura e são as matérias-primas dos bolos, pães e torradas sem glúten. Estas são nutricionalmente pobres em nutrientes (exceto a araruta pura), fibras e consequentemente apresentam um moderado a alto índice glicêmico e com carga glicêmica moderada, o que não é nada interessante. Para melhorar a carga glicêmica (produto final que interessa) devemos enriquecer as preparações sem glúten com fibras, omegas e vitaminas + sais minerais (idem a tapioca funcional).

    Para refletir: 

    Alguém já ouviu tal comentário “estou com o sistema orgânico péssimo depois da retirada ou redução do glúten da minha alimentação”?.

    Elaboramos uma pesquisa de 6 meses aproximadamente, com cerca de 45 pessoas que incorporaram o programa de redução do glúten (dia sim- da forma funcional e prebiótica, e dia não- sem glúten), os resultados foram:

    Todas as pessoas apresentaram melhorias em relação ao peso, medidas, disposição, capacidade cardio respiratória muito mais eficaz (V02 e MET), renovação da pele muito melhor (mais macia e limpa), características das fezes bem melhor, quadro glicolítico e lipídico altamente positivo sob o aspecto de saúde real do sistema, porém, a maioria relatou perante o quadro mental (vício) e emocional (vício e fuga do prazer).

    Lembrar que o V02 (consumo máximo de oxigênio relativo) e o MET (consumo de oxigênio em repouso – RMB) estão diretamente relacionados com o volume corporal de gordura, ou seja, quanto maior o tecido adiposo, menor o V02 e respectivamente o MET, sendo um biomarcador de alteração da curva e do ciclo metabólico do indivíduo, conduzindo-o ao hipometabolismo orgânico. E com a redução do trigo e derivados refinados e a utilização do trigo integral com elementos funcionais ou a total retirada do trigo da alimentação, verificou-se nas reavaliações uma melhora acentuada dos respectivos valores de V02 E MET  tornando um sistema celular mais ativo e renovador.

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    Terapeuta Nutricional há 24 anos e a partir de 2004 pesquisador e ativo na Nutrição Funcional Clínica e Esportiva, mestrado em Bioquímica Nutricional, especializações em Metabologia dos Nutrientes, Biodisponibilidade Nutricional, Fitoterapia e Nutrição Esportiva. Permite-se viajar pela Roda Nutricional, suas Crenças, Combinações e Tipos de Conduta Alimentar, a qual prefere referir-se como Programa Alimentar. Ele acredita que tudo é conclusivo quando realmente tem um Estudo comprobatório e um Diagnóstico Nutricional Conclusivo.

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